quinta-feira, 6 de junho de 2013

Existe correspondência entre o macro e o micro.

O Princípio de Correspondência, é também um princípio quântico, que atende a necessidade de se colocar as realidades em paralelo, pois existe uma correspondência entre as leis e os fenômenos dos diversos planos da existência, bem como o princípio Hermético que diz que, “O que está em cima é como o que está embaixo, e o que está embaixo é como o que está em cima”, entendendo-se que o Macrocosmo (Universo) e o Microcosmo (Homem) se correspondem entre sí.

Nós somos o Micro e o Universo é o Macro, portanto fica claro que o Universo é uma grande Mente e nossa Mente é um grande Universo. 

Dentro de um ser vivo, a ação de uma parte sobre a outra não depende de sua maior ou menor proximidade, mas sim de sua similaridade. Todas as partes semelhantes energeticamente, por mais longe que estejam entre si, respondem naturalmente a uma mesma influência, que se propaga de uma à outra.

Nenhum ser é só, tendo em visa que é uma parte do universo, não termina em si mesmo, senão no todo.
O Cosmos é submetido às mesmas leis de organização e funcionamento de maneira análoga. Neste conjunto de leis universais, a energia que anima os corpos celestes é da mesma natureza da que anima os homens. Esse princípio hermético comprova as analogias entre o mundo infinitamente pequeno do átomo e o infinitamente grande dos astros, pois, se você ainda não sabe, é cientificamente provado que o átomo é uma miniatura exata do sistema planetário.

Nele, os elétrons, prótons e nêutrons, formam sistemas atômicos e os átomos formam moléculas. A célula viva, unidade básica do homem, contém todos os corpos simples do universo e está animada de todas as formas de energia existentes na natureza: cinética, térmica, elétrica, magnética, radiotiva.

Você tem o poder interior de realizar o que você quiser e da forma como você quiser, portanto, seja responsável por seus atos, seus pensamentos, intenções e sentimentos, pois o reflexo disso é gerado tanto no Micro quanto no Macro.

terça-feira, 4 de junho de 2013

A FARSA DO SALMÃO.

 Lia Sergia 


 O salmão considerado um dos peixes mais benéficos à saúde, sendo aclamado por aí por nutricionistas e médicos que simplesmente parecem ignorar ou desconhecer sua verdadeira origem. Entre os argumentos para o seu consumo, declaram que o salmão carrega uma grande quantidade de ômega 3, vitaminas A, D, E e do complexo B, magnésio e ferro. OK. Seria bom, se não fosse por um enorme porém: o salmão encontramos nas prateleiras do supermercado não é tão benéfico assim. Encontramos aqui o salmão criado em cativeiro, vindo do Chile, que é diferente do salmão selvagem encontrado na América do Norte.
Damos como certo de que a carne do peixe é rosa-alaranjada – ou ‘salmão’. Porém, esta a regra se aplica somente ao peixe de alto-mar, que passa a vida em liberdade no oceano para subir os rios na época da reprodução e morrer em seguida. Esse peixe é raro, caro, delicioso e belamente colorido por conta de sua dieta à base de camarão e krill. No total, ele representa míseros CINCO POR CENTO do salmão vendido nos Estados Unidos, e praticamente não chega ao Brasil.
A maioria esmagadora do peixe encontrado nos mercados de todo o mundo é criado em fazendas subaquáticas, e tem uma cor que vai do cinza ao bege-claro, passando no máximo por um rosa-pálido. Para ficar com o mesmo tom do salmão selvagem ele recebe uma ração com aditivos sintéticos, derivados de petróleo. Além disso, estudos apontam que consumir mais de 200 gramas desse pescado, numa média mensal, apresenta riscos cancerígenos inaceitáveis.
A verdade é que este peixe, que recebeu a fama de super alimento, repleto de Omega 3, que combate o colesterol ruim, é antiinflamatório e traz inúmeros benefícios para o consumidor, não passa de um produto fake. Para piorar a situação, muitas vezes os peixes são criados em ambientes anti-higiênicos, recebem antibióticos, tem o dobro de gordura – em sua maioria de gordura saturada (péssima) e quase nada de Omega 3 (boa). Por conta disto, os peixes recebem altas doses de antibióticos e fungicidas. Ou seja: mais contaminação na sua carne.
E vocês sabiam que quase todo o salmão vendido no Brasil vem do Chile?!
Quer dizer… você começa a consumir com frequência o salmão, querendo fazer bem a sua saúde, e sem saber vai acabar desenvolvendo problemas de saúde que você não tinha.
Eu passo muito, muito longe de salmão e de qualquer peixe criado em cativeiro. Peixe bom, rico e saudável MESMO, é o peixe de pesca.

E você? O que coloca no seu prato?
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http://www.pesca.sp.gov.br/noticia.php?id_not=371
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u10878.shtml
 

segunda-feira, 3 de junho de 2013

FUNDAMENTOS.


Fundamentos da moderna democracia liberal:

“Sem a livre iniciativa, não há concorrência; sem concorrência, não há publicidade; sem publicidade, não há imprensa independente; sem imprensa independente, não há democracia.”

Fundamentos da administração pública:

Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência = LIMPE.
 

PERDÃO A MÃE AFRICA!!!

A MÃE DOS CLEPTOCRATAS
(BY JBF)
Elio Gaspari
 
Com a prodigalidade de uma imperatriz, a presidente Dilma anunciou em Adis Abeba que perdoou as dívidas de doze países africanos com o Brasil. Coisa de US$ 900 milhões. O Congo-Brazzaville ficará livre de um espeto de US$ 352 milhões.
Quem lê a palavra “perdão” associada a um país africano pode pensar num gesto altruísta, em proveito de crianças como Denis, que nasceu na pobre província de Oyo, num país assolado por conflitos durante os quais quatro presidentes foram depostos e um assassinado, cuja taxa de matrículas de crianças declinou de 79% em 1991 para 44% em 2005. No Congo Brazzaville 70% da população vive com menos de US$ 1 por dia.
Lenda. Denis Sassou Nguesso nasceu na pobre província de Oyo, mas se deu bem na vida. Foi militar, socialista e estatizante. Esteve no poder de 1979 a 1992, voltou em 1997 e lá permanece, como um autocrata bilionário privatista. Tem 16 imóveis em Paris, filhos riquíssimos e seu país está entre os mais corruptos do mundo.
Em tese, o perdão da doutora destina-se a alavancar interesses empresariais brasileiros. Todas as dívidas caloteadas envolveram créditos de bancos oficiais concedidos exatamente com esse argumento. As relações promíscuas do Planalto com a banca pública, exportadores e empreiteiras têm uma história de fracassos. O namoro com Saddam Hussein custou as pernas à Mendes Junior e o campo de Majnoon à Petrobras. Em 2010 o soba da Guiné Equatorial, visitado por Lula durante seu mandarinato, negociava a compra de um triplex de dois mil metros quadrados na Avenida Vieira Souto. Coisa de US$ 10 milhões. Do tamanho de Alagoas, essa Guiné tem a maior renda per capita da África e um dos piores índices de desenvolvimento do mundo.
O repórter José Casado chamou a atenção para uma coincidência: em 2007, quando a doutora Dilma era chefe da Casa Civil, o governo anunciou o perdão de uma dívida de US$ 932 milhões. Se o anúncio de Adis Abeba foi verdadeiro, em cinco anos a Viúva morreu em US$ 1,8 bilhão. Se foi marquetagem, bobo é quem acredita nele.
O Brasil tornou-se um grande fornecedor de bens e serviços para países africanos e a Petrobras tem bons negócios na região. As empreiteiras nacionais têm obras em Angola e na Líbia. Lá, tiveram uma dor de cabeça quando uma revolta derrubou e matou Muamar Kadafi, um “amigo, irmão e líder”, segundo Lula. Acolitado por empresários, seu filho expôs em São Paulo uma dezena de quadros medonhos. Em Luanda os negócios vão bem, obrigado e a filha do presidente José Eduardo Santos é hoje a mulher mais rica da África, com um cofrinho de US$ 2 bilhões. Ela tem 39 anos e ele está no poder há 33.
Se o Brasil não fizer negócios com os sobas, os chineses farão, assim como os americanos e europeus os fizeram. A caixinha de Kadafi para universidades inglesas e americanas, assim como para a campanha do presidente francês Nicolas Sarkozy, está aí para provar isso. Contudo, aos poucos a comunidade internacional (noves fora a China) procura estabelecer um padrão de moralidade nos negócios com regimes ditatoriais corruptos.
A doutora diz que “o engajamento com a África tem um sentido estratégico”. Antes tivesse. O que há é oportunismo, do mesmo tipo que ligava o Brasil ao colonialismo português.