MIGUEL – JORNAL DO COMMERCIO
By LBF.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Reflexão sobre o que se desja aos outros.
Quando nos deparamos diante
de uma situação difícil para alguém, torna-se quase automático desejar aos
outros que se conforme com a dificuldade, pois “Deus está no controle”, “Vai
dar tudo certo”, “Tenho certeza de que vai sair dessa” e assim por diante.
Para o crente em Deus é
claro que temos a certeza de que Ele está no controle pois o Criador de Tudo e
de Todos, sempre está no controle. Mas ao declararmos isso, quase que
automaticamente estamos sendo sinceros conosco mesmo ou estamos simplesmente
nos liberando de uma atitude mais profunda, nos desvencilhando de uma situação
constrangedora.
Será que dessa forma
não estamos fugindo de alguma forma?
Ao blindar com a
expressão “Saúde!!!” não deveríamos estar desejando:
1.
observe os alimentos que ingere;
2.
verifique os pensamentos que cria;
3.
mantenha se em equilíbrio com a
natureza.
Ao desejar Feliz Natal
não deveríamos estar desejando:
Pai Nosso que estais no céu,
santificado seja o vosso nome,
venha a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade,
assim na terra como em todos os mundos.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje e sempre que merecermos.
Perdoai as nossa dividas e ensina-nos a perdoar os nossos devedores.
Não nos deixeis cair em tentação,
e livrai-nos do mal que criamos com nossa invigilância.
Que assim seja...
santificado seja o vosso nome,
venha a nós o vosso reino,
seja feita a vossa vontade,
assim na terra como em todos os mundos.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje e sempre que merecermos.
Perdoai as nossa dividas e ensina-nos a perdoar os nossos devedores.
Não nos deixeis cair em tentação,
e livrai-nos do mal que criamos com nossa invigilância.
Que assim seja...
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
REFLEXÃO SOBRE O NATAL.
Tomando como referência
o dia 25 de dezembro, considerado pelo mundo ocidental como o dia do nascimento
de Jesus, fica a interrogação: o que presentear ao aniversariante?
As escrituras sagradas
relatam que em seu nascimento o Menino Jesus recebeu dos Magos do Oriente os
seguintes presentes: ouro, incenso e mirra. Seria esse o presente que
deveríamos ofertar nesse dia de comemoração?
Ou deveríamos atentar para a parábola relatada
no Capítulo 25 do Evangelho de Mateus: ... “em verdade
vos digo que, sempre que o fizestes a um destes meus irmãos, mesmo dos mais
pequeninos, a mim o fizestes...”Ou ainda conforme nos alerta Emmanuel de que: um sorriso realiza milagres. Um gesto amigo ampara a multidão.
“Com
algumas palavras, o Cristo articulou o roteiro regenerativo do mundo e, com a
bênção da própria renúncia, retificou os caminhos da Humanidade”.
“Renovam-se,
no Natal, as vibrações da Estrela do Amor, que exaltou, com Jesus, a
glorificação a Deus e ao reino da boa vontade, entre os homens. Jamais
ensurdeçamos, ante o apelo celestial que se repete. Ampliemos a comunhão
fraterna e louvemos a cooperação, porque, anualmente, o Cristo nos requisita à
verdadeira solidariedade, a fim de que, em nos tornando mais irmãos uns dos
outros, possa Ele nascer, em espírito, na manjedoura do nosso coração,
transformando em incessante e divino Natal todo os dias da nossa vida”.
Diante disso não nos esqueçamos: Papai Noel não é o aniversariante. O verdadeiro homenageado deve ser Jesus que contrariando o mercantilismo, não nos conclama para esse consumismo material que aí está e sim para uma verdadeira mudança de vida de forma a nos candidatar a entrar no seu Reino que não é deste mundo mas sim a Casa do Pai, onde existe inúmeras moradas.
Feliz
Natal, com Jesus.
NEM TUDO QUE RELUZ É OURO.
Congresso reage à tentativa de golpe cartorial que Dias Toffoli quis dar no financiamento de campanha
O golpezinho cartorial que o ministro Dias Toffoli tentou dar durante a votação de uma mera resolução no TSE. O ministro quis usar o expediente para, simplesmente, excluir uma batelada de empresas da lista de possíveis doadoras de campanha. E a sua proposta inicial era ainda mais abrangente.
Toffoli tentou, em suma, resolver pela via cartorial o que é, obviamente, assunto do Congresso. Pior ainda: a questão do financiamento de campanha está sendo votada no STF. Ele não quis esperar. Essa agenda tem nome: financiamento público de campanha. E essa tese tem paternidade. PT! Pois bem, conforme informam Laryssa Borges e Marcella Mattos na VEJA.com, o Congresso reagiu. Leiam texto.
Os presidentes do Senado e da Câmara, Renan Calheiros (PMDB-AL) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), se manifestaram contrários à intervenção do STF (Dida Sampaio/AE e Beto Barata). Após o futuro presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro José Antonio Dias Toffoli, levar para o plenário da Corte a discussão sobre restrições para empresas financiarem campanhas eleitorais e partidos políticos, a cúpula do Congresso Nacional reagiu nesta quarta-feira e reclamou de “intromissão” do Judiciário em temas do Legislativo.
“Quem recebeu a delegação do povo para legislar foi o Congresso Nacional, não o STF e não o TSE. Só o Congresso pode fazer as leis. É importante que o Supremo saiba disso e que o TSE também”, disse o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). “É uma coisa invasiva com a qual o Congresso não vai e não pode concordar”, completou.
“A questão de reforma política e eleitoral na sua integralidade é de competência do Poder Legislativo. Acho que os Poderes têm de se respeitar reciprocamente. O Judiciário é importante no seu papel de interpretação das leis, mas quem tem legitimidade de fazer a lei, atribuição constitucional, são todos aqui eleitos pelo voto popular”, afirmou o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Reação
Em retaliação, os parlamentares também articulam a votação de projetos que afetam as atribuições e o dia a dia do STF, como os que tratam de limitação do mandato dos ministros ou que mudam a forma de escolha dos magistrados – hoje, o presidente da República indica o ministro, que é sabatinado no Senado.
Em retaliação, os parlamentares também articulam a votação de projetos que afetam as atribuições e o dia a dia do STF, como os que tratam de limitação do mandato dos ministros ou que mudam a forma de escolha dos magistrados – hoje, o presidente da República indica o ministro, que é sabatinado no Senado.
No início do ano, outro projeto contra o STF avançou no Congresso: a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou uma emenda constitucional que submete parte das decisões do Supremo ao crivo do Legislativo. Pelo texto, ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) teriam de ser analisadas pelo Legislativo, e as súmulas vinculantes (mecanismo editado pelo STF que deve ser seguido por todas as instâncias do Judiciário) também seriam submetidas ao Parlamento antes de entrar em vigor.
Na última semana o Supremo começou a julgar se é constitucional ou não que empresas doem para partidos políticos e para candidatos. Os debates foram interrompidos por um pedido de vista do ministro Teori Zavascki. Até agora, quatro ministros – Luiz Fux, Joaquim Barbosa, Luís Roberto Barroso e Dias Toffoli – declararam ser favoráveis a restrições de doações por empresas. No TSE, uma proposta de resolução apresentada por Toffoli buscava proibir doações de empresas que, de algum modo, têm capital estrangeiro. A ideia original do magistrado, aliás, incluía vetar doações de companhias com capital em Bolsa e das que tomaram empréstimos de bancos públicos. Um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes parou o julgamento no TSE.
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